Algumas observações sobre os trabalhos…

Victoria: 
muito bom trabalho! Tomara que já sirva para seu trabalho de conclusão, um projeto de dissertação futura ou de pesquisa para alguma agência. Gostaria, no entanto, de saber como você vê o contemporâneo nestas instalações, … mais conceitualmente.
Stefani:
E o que tem de contemporâneo? Como vc o vê?
Sofia
Boas reflexões. Faltou pensar melhor o que é o contemporâneo para fazer associações…
Driade e Maíra
Há alguma tentativa, mas as reflexões da aula ficaram completamente de fora!
Melissa
Boa ideia de instalação. Poderia ter ido um pouco mais longe, se pensasse no que a contemporaneidade reflete em um trabalho como este. O esquema da instalação é muito legal! Parabéns!
Karin:
http://obarbaazul.blogspot.com/2009/08/we-have-decided-not-to-die-ritual.html
não consegui entender a ideia do trabalho e a sua ligação com o Aganbem.
Rafael,
boa tentativa… podia ter ido além!!! Há vários textos sobre este assunto e muitos deles foram citados em aula.
Melissa
Boa ideia de instalação. Poderia ter ido um pouco mais longe, se pensasse no que a contemporaneidade reflete em um trabalho como este. O esquema da instalação é muito legal! Parabéns!|
Tábata
Ok. Mas começamos a nossa disciplina com a questão do contemporâneo e suas interpretações… nada disso está no seu trabalho… gostei da sua participação nas aulas…
Ricardo e Felix
A proposta do trabalho é muito legal, bem dentro da proposta do nosso curso. Realmente esta reflexão sobre a Bienal de Veneza é bastante pertinente. Vocês poderiam TR discutido um pouco mais, no entanto!… Ricardo ganhou um pontinho a mais de participação.
Bianca
Muito legal a sua proposta e escolha de filme. Faltou colocar corretamente as referências e dizer quem disse o que. No final tudo parece ter sido dito por você… Outra coisa: apesar de usar os autores com os quais trabalhamos, faltou lembrar e tirar daí os resultados dos debates sobre o contemporâneo….
Bruno
A escolha de seu objeto é pertinente, mas você não apresenta os argumentos que poderiam trabalhar e refletir sobre este filme a partir do contemporâneo ou de qualquer outra vertente apresentadas nas aulas… suas reflexões são interessantes, mas muito pessoais.
Wilson
Ótimas reflexões sobre o espectador e os textos estudados. O texto poderia ter sido melhor cuidado e com as referências mais bem elaboradas, isto faria do texto um início de reflexão para futuro projeto de dissertação de mestrado ou projeto de pesquisa para agência especializada. Presença em aulas contabilizada!

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Instituição e rebeldia FERREIRA GULLAR

Jane e colegas,

Li este artigo do Ferreira Gullar na Folha em algum domingo, e lembrei de nossas aulas. Achei que valia a pena publicar aqui. Boas férias para todos, abraços, Bianca.  Gente, muito bom! Leiam!!! Jane

Instituição e rebeldia FERREIRA GULLAR

FOLHA DE S. PAULO – 12/06/11


Todos concordam que é muito difícil definir o que é arte. Não obstante, se refletimos sobre o que conhecemos e consideramos expressão artística, verificamos que, em que pese a enorme variedade de estilos e concepções, há ali um traço comum que nos permite englobá-la numa mesma definição: é arte.

Houve épocas em que era quase impossível fazê-lo de modo amplo, uma vez que a conceituação estreita reduzia a expressão artística a princípios e normas, fora das quais a arte seria impossível.

Foi precisamente o abandono dessas regras que tornou possível a visão abrangente que caracterizou a crítica de arte do século 20, capaz de compreender as mais diversas manifestações artísticas, desde as pinturas parietais do paleolítico até a limpidez da estatuária grega, o delírio barroco e a poética revolucionária do cubismo, do expressionismo, do dadaísmo.

Um dos traços mais característicos dessa visão nova da arte era a valorização do fator expressivo e autônomo das formas em detrimento da representação do real: compreendeu-se que, mais que copiar a realidade, a arte a recria e a inventa.

Mas o impulso irreverente, que movia os artistas do começo do século 20, ultrapassou não apenas a concepção acadêmica como pôs em questão o próprio conceito de arte.

Quem levou essa atitude a seu ponto extremo foi Marcel Duchamp, ao afirmar: “Será arte tudo o que eu disser que é arte”. Essa afirmação, tomada ao pé da letra, significa que nada é arte, ou seja, que o fazer artístico não tem qualquer sentido.

Mas nem ele próprio acreditava nisso, tanto que suas obras mais importantes – “O Grande Vidro” (1915-1923) e “Étant donnés” (1946-1966) – demandaram-lhe muitos anos de trabalho e criatividade.

De qualquer modo, não foi esse lado de sua personalidade que influiu sobre futuras gerações de artísticas e, sim, aquele outro lado, o da antiarte. De uma maneira ou de outra, o que se chama hoje de arte conceitual ou arte contemporânea parte do princípio duchampiano de que tudo é arte ou pode ser dado como tal. Noutras palavras, todos os valores – sejam teóricos, artesanais ou estéticos – que serviam para esse tipo de expressão, tornaram-se dispensáveis.

Isso não é uma crítica, apenas uma constatação. Qualquer que seja a importância que se atribua a esta ou aquela obra dita “contemporânea” – casais nus no MoMA, por exemplo – não possui aquelas referidas qualidades que constituem as obras de arte: casais nus que se exponham num museu não foram feitos por nenhum artista nem por ninguém. São apenas algo que se mostra como uma expressão, um conceito, qualquer que seja ele – enfim uma “boa ideia”. Em face dessa constatação é inevitável concluir que tais manifestações estão fora do campo da arte.

No entanto, esses casais nus foram mostrados no Museu de Arte Moderna de Nova York, um dos mais conceituados museus do mundo. Como se explica isso?

A primeira resposta que me ocorre é que, no campo das artes plásticas, o conceito de obra de arte, como produto do trabalho e fruto de uma linguagem elaborada pelo artista, já não vale.

Entre os que conceituam, gerem ou decidem sobre o que merece ou não ser exibido e destacado, o que vale é, em vez da obra, o questionamento do que se chama de arte e do próprio museu ou certames nacionais e internacionais, criados para expor obras de arte. Agora, esses espaços tornaram-se locais onde se “nega” a arte.

A palavra “nega” está aí entre aspas porque não é agora uma negação contestadora de fato. Já foi, quando Duchamp expôs o seu famoso urinol, intitulado “Fontaine”. Agora, instituição e rebeldia se identificam e uma redime a outra. O museu, as bienais, são hoje locais onde a não arte – seja urinol ou casais nus – vira arte.

Trata-se, de fato, de um impasse: a rebeldia que necessita da instituição para ser rebelde é a negação da rebeldia. Não por acaso, o artista escolhido para representar o Brasil na Bienal de Veneza, este ano, se declara contra salões, premiações e a própria Bienal onde vai expor.

Claro, porque, se se mostrar contente de expor ali, deixará de ser rebelde e, como sua obra é a não obra, tudo o que lhe resta é o espaço institucional, onde ela é aceita como rebeldia. Fora de lá, não é.

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“Amor à flor da pele”

O filme “Amor à flor da pele” é contemporâneo e trata-se de um estudo
visual a respeito de coincidências que aproximam e afastam as pessoas;
um casal que compartilha de um amor puro, mas jamais concretizado. É
um filme sobre coisas que existem, que são vividas, mas que não são
ditas. O foco não recai no óbvio romance que floresce entre ambos, mas
nos conflitos morais que impedem os amantes de concretizar fisicamente
essa paixão. Através da investigação dos pequenos sentimentos do
dia-a-dia, Wong Kar-Wai transparece sua preocupação em discutir as
relações humanas.

“Amor à flor da pele” tem total influência do movimento artístico do
cinema Francês dos anos sessenta, a Nouvelle Vague. Os precursores
desse movimento, estudiosos de cinema contemporâneos a época, estavam
munidos de uma vontade comum de transgreção às regras de produção
comumente adotadas para o cinema comercial francês daquele momento.
Dessa forma, basearam suas teoria no que viriam a chamar de “cinema de
autor”.

Nesse período de pós-guerra, a Nouvelle Vague concebe um novo tipo de
imagem, caracterizada pela ruptura do “elo sensório-motor” através da
crise da imagem-ação, que é associada por Deleuze à ruptura histórica
da Segunda Guerra Mundial: aparição concreta, entre ruínas da guerra e
a profusão dos vencidos, de espaços desconexos e personagens
atormentados em situações diante das quais eles não têm reação,
engendrando situações que não levam mais a resposta alguma adequada.

Influenciada diretamente pelo Neo-Realismo Italiano, essa imagem que
desorienta para que o produto do pensamento consciente se torne
idêntico em potência à livre disponibilização das potencialidades das
imagens-mundo, é classificada por Deuleuze como imagem-tempo,
caracteriza-se pela ruptura de uma lógica organizada por um esquema
sensório-motor de percepção-significação-ação, é concebida como
elemento de um encadeamento natural com outras imagens dentro de uma
lógica de montagem análoga àquela do encadeamento finalizado das
percepções e das ações que diz respeito a imagem-movimento.

A imagem-tempo mimetisa então a aparição de situações óticas e sonoras
“puras” que não mais se transformam em ações, “espaços desativados nos
quais ela (a personagem) deixa de sentir e agir para partir para a
fuga … indecisa sobre o que é preciso fazer … ela ganha em
vidência o que perde em ação e reação: ela VÊ” (Deleuze) –
percepção-hesitação-problematização. Segundo Jaques Rancière, “é a
partir daí que se constituiria a lógica da imagem-cristal, em que a
imagem real não se conecta mais a uma outra imagem real, mas a sua
própria imagem virtual. Cada imagem então se separa das outras para se
abrir a sua própria infinitude. E o que se faz a ligação, daí em
diante, é a ausência de ligação, é o interstício entre as imagens que
comanda, em lugar do encadeamento sensório-motor, um reencadeamento a
partir do vazio. A imagem-tempo vai assim fundar um cinema moderno,
oposto à imagem-movimento, que era o cerne do cinema clássico.

Ao entrar no jogo de Wong Kar-Wai, o espectador irá perceber
que o filme privilegia um conteúdo que não está nas palavras e,
portanto, nunca é falado; a narrativa do filme está no rigor estético,
no clima de fascínio e mistério, na atuação brilhante dos dois atores.
As coincidências são fundamentais para a narrativa; mesmo sem
representar pontos narrativos importantes para a evolução da ação
dramática, elas se repetem em vários momentos, e tanto aproximam
quanto afastam os dois enamorados. São silêncios e olhares
reveladores.

Kar-Wai utiliza-se de imagens que não são puramente visuais, mas que
em sua harmonização total incitam a necessidade de que ela toda deva
ser lida, ou seja, suas imagens não devem apenas ser vistas, mas
lidas, proporcionando uma analítica da imagem-tempo. “Ao contrário do
cinema caracterizado pela imagem-movimento que nos oferece mais uma
idéia de tempo e um ideal de saber como totalidade harmoniosa uma
representação clássica, onde o espectador é capaz de conhecer o
movimento determinado e composto pela montagem, a imagem-tempo direta
irá nos oferecer a própria ruptura infinita aberta no movimento, o
vazio, o pensamento. A questão não é mais a da associação ou da
atração entre as imagens. O que conta é ao contrário o interstício
entre as imagens. Entre duas ações, entre duas afecções, entre duas
imagens visuais, entre o sonoro e o visual, nos faz vez o
indicernível.” (M. F. Augusto)

Bianca Demasi Araújo

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bruno treviso duarte – o livro de cabeceira

O LIVRO DE CABECEIRA

“O Livro de Cabeceira” não é uma adaptação do livro de poesias e
observações de Sei Shõnagon, é uma homenagem. É claro que encontramos
algumas semelhanças, a protagonista também escreve um diário de
“coisas que fazem o coração bater mais forte” ou mesmo seu nome ser
Nagiko Kiyohara (que supostamente seria o verdadeiro nome de Sei
Shõnagon). Nagiko Kiyohara é vivida por uma das queridinhas de Peter
Greenaway, a atriz Vivian Wu, que embora descendência chinesa
interpreta uma meia japonesa meio chinesa no filme.

O começo do filme mostra Nagiko como sendo “uma queridinha do papai”.
Em todos os aniversários da menina, o seu pai que é escritor,
pinta/escreve pelo rosto dela e assina nas costas o que parece ser uma
benção japonesa. Nagiko cresce entre todas essas fortes tradições
orientais, ela acaba criando um fetiche pela pintura/escrita no corpo.
O conflito aparece quando Nagiko flagra seu pai transando com o
editor/publicador dos livros dele.  A menina percebe que toda a
atenção do pai não é mais voltada só para ela. As fortes tradições
aparecem novamente quando o editor do pai de Nagiko marca o casamento
dela com o aprendiz dele. Nagiko que é um exemplo de mulher forte,
determinada, autoritária (mas que ainda assim se submete aos homens
quando se trata do seu fetiche por ter o corpo escrito) acaba sendo
aprisionada por um casamento opressor, proibida de ler, tendo que
cuidar da casa e principalmente quando se recusa a escrever em seu
corpo quando ela faz aniversário. Nagiko se separa e acaba virando
modelo em Hong Kong, bem sucedida, deslumbrante, sedutora, não tem
dificuldades pra encontrar amantes. Percebemos o quão forte é o seu
fetiche em várias situações do filme, por exemplo quando ela conhece
um matemático e cede seu corpo para a pintura/escrita em números e
cálculos. Outra cena é quando ela compra flores pra alguém e pede pro
ajudante escrever um bilhete mas invés de usar papel, usar o corpo
dela. O ápice de tudo isso é quando ela passa um aniversário sozinha e
aflita que não consegue escrever no próprio corpo, acaba por escrever
numa maquina de escrever e cola o papel no busto, chorando, drama e
etc. Nagiko conhece Jerome, um tradutor inglês, interpretado por Ewan
McGregor, Jerome desperta a curiosidade de Nagiko por saber muitas
línguas, a mulher então pede pra ter o seu corpo escrito mas acaba
odiando a caligrafia do escritor. Jerome causa uma reviravolta na vida
de Nagiko, que de certa forma está acomodada em seu fetichismo, ele
pede para a moça ensinar ele e usar o corpo dele como as páginas de um
livro. Isso é um choque na cabeça de Nagiko que estava acostumada
somente ao contrario, ela acaba se entregando e escreve no corpo dele,
a partir daqui vemos belíssimas cenas de projeção de letras em corpos,
peles escritas, corpos nus, banheira, e todo um ritual de preparação
para deixar a pele perfeita para ser pintada/escrita. Nagiko escreve
um livro que é negado pelo mesmo editor que transou com seu pai anos
antes. Jerome então tem a idéia de Nagiko escrever o livro no corpo
dele, ela escreve o livro no corpo dele e ele se encontra com o editor
e os dois passam a noite juntos, isso desperta uma raiva e inveja em
Nagiko como fora antes quando viu seu pai fazendo a mesma coisa. Ela
então resolve se vingar se Jerome e começa a escrever livros nos
corpos de outros homens. Jerome então resolve fingir um suicídio (uma
referencia a Romeu e Julieta) mas dá errado e acaba tendo uma overdose
de remédios. Nagiko devastada com a morte do amante, acaba escrevendo
O Livro dos Amantes no corpo dele. Jerome é enterrado e o editor viola
o tumulo de Jerome e pega sua pele pra fazer o seu próprio “Livro de
Cabeceira”, Nagiko volta pro Japão e ainda escreve mais sete livros. O
ultimo livro “O Livro da Morte”, Nagiko revela sua identidade pro
editor e ele acaba morrendo e na cena mais mórbida do filme, ele se
cobre com a pele de Jerome como se fosse um cobertor. Nagiko recupera
a pele de Jerome e queima todo seu apartamento, sua ex vida e segue em
frente. O filme acaba com Nagiko pintando a sua própria filha e
passando a tradição que aprendeu com o seu pai.

Bom contei o filme inteiro e agora vamos a minha análise. É difícil
pra mim pois junto com Crimes de Paixão e A Bela da Tarde, O Livro de
Cabeceira é um dos meus filmes favoritos. O que me agrada e desagrada
nesses três filmes são que os três apresentam mulheres fortes e
auto-suficientes mas que precisam de um homem para a satisfação
pessoal. No caso de Nagiko ela precisa do homem para escrever no seu
corpo, mesmo com a reviravolta que termina com ela escrevendo no corpo
deles. O homossexualismo está presente no pai e no amante de Nagiko,
mas não vemos nenhuma mulher escrevendo no corpo ou ela escrevendo no
corpo de alguma. Assim como China Blue ou Severine Serizy não fazem
programa com mulheres. O que me faz acreditar que apesar de toda
loucura ainda existe um certo moralismo, por isso me faz gostar e
desgostar. A primeira vez que eu assisti O Livro de Cabeceira eu tinha
uns 15 anos, e fiquei surpreendido, mostrei o filme para a minha irmã
e ela odiou dizendo que a Nagiko vive um complexo “edipiano” com o pai
e apesar de não mostrar cenas de abuso a gente nunca vai saber se isso
rolou ou não. Na minha opinião eu acredito que não, acredito no
fetiche dela principalmente pelas tradições marcantes da sociedade
oriental. É claro que existe um quesito sexual na pintura de corpos e
isso é exposto na genialidade de Greenaway através de cenas lindas de
projeção de letras japonesas em corpos nus e a sedução dos
personagens. Mas a pergunta é por que eu preciso me chocar com essa
tradição que Nagiko levou para a vida e não com um menino pedindo pra
namorada cantar a mesma canção de ninar que a mãe cantava pra ele
dormir? É a mesma coisa. Nagiko foi frustrada ao ver o pai corrompido
pelo ganancioso editor e talvez o seu fetiche venha como uma maneira
de lembrar o tempo bom que passou enquanto o seu pai era “livre”. Ou
talvez ela só gostasse da sensação de ter um pincel em contato com a
pele (coisa que eu mesmo gostava muito quando era criança e acabei
gostando ainda mais quando vi o filme e gosto até hoje), a sensação de
proteção e a devida atenção que era lhe dada.

Bruno Treviso Duarte
Multimeios

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Trabalhos – até 26 de junho

Postar em “Trabalhos” (página), textos em pdf e/ou filmes.
Sobre os filmes que foram discutidos em sala: favor postar em “Filmes” com o nome de vocês. Só ir em “Adicionar vídeo” na barra Upload/Inserir. Apague o http antes, recorte o endereço e cole lá.

Dica de cinema contemporâneo: http://www.moviemobz.com/
Vocês conheciam? O que acham?

 

 

 

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Depois da última

Textos citados na aula de fechamento:

Alexander Kluge: O quinto ato – mostra no CCBB
O livro na Internet:http://compare.buscape.com.br/alexander-kluge-o-quinto-ato-almeida-jane-de-org-isbn-857503667x.html
Edmond Couchot: Da representação à simulação.
Arte em cinco entrevistas de Ricardo Fabbrini – Revista da USP

Para os addicted to The Wire:


Shiiiiiiiiiiiiiitttttttt:
Entrevistando os marinheiros:
Trailer da temporada do porto com os containers:  

Sobre o Projeto de filmagem (Estereoensaios) – pesquisa de locação: o nosso porto
https://picasaweb.google.com/ciceroinaciodasilva/PesquisaDeLocacaoDoFilmeExperimentalEstereoensaios?feat=embedwebsite#5617386083540144770

Casas containers: http://www.loudreams.com/2009/04/shipping-containers-converted-into-houses/

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aula 16 – última

Algumas leituras…
O ecletismo previsível de  Slavoj – Joaquim Toledo Zizek: http://sergyovitro.blogspot.com/2011/05/o-ecletismo-previsivel-de-slavoj-zizek.html
A síndrome de Fukushima – Contardo Calligaris:  http://sergyovitro.blogspot.com/2011/06/contardo-calligaris-sindrome-de.html 
Vídeo da Bienal de Veneza 2011 – 

Alunos: o que vão entregar? Artigo sobre contemporaneidade? Sobre filme contemporâneo? até 22 de junho.
1. Bianca Demasi Araujo 2 Bruno Treviso Duarte 3 Diego Arvate 4 Driade Novaes Garcia 5 Felix Barreira Alvares 6F ernanda Vinhas Oliveira 7 June Dantas de Souza Campos 8 KARIN CHRISTINA HEIDEL DE OLIVEIRA SANTOS 9 Maira Moreno Lemes Nogueira 10 MARCO ANTONIO BIGLIA JUNIOR 11 Melissa Franconieri Yamamoto 12 Pietro Cassab Filippozzi 13Rafael Enrique Millan Ruckhaus 14 Renata Amado Sette Mosaner 15Ricardo Pires Ferreira Filho16  Rodrigo Augusto de Carvalho Lopes 17 Sofia Scharff Bezerra 18 Stefani Correia Pimenta 19 Tabata Almeida Franco  20Victoria Boni Von Poser 21 Wilson Ferreira Brandao

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